Rede Regional de Museus
A Rede Regional de Museus é um antigo sonho da Embrapa e propõe a criação de espaços para organizar, valorizar e compartilhar as tecnologias geradas por seus pesquisadores, bem como experiências e relatos importantes de todos que fazem parte do contexto sociocultural na área de atuação da Empresa.
A Rede de Museus vai ajudar a preservar a história dos sistemas de produção trabalhados pela Embrapa buscando identificar, classificar e manter em exposição, em espaços físicos, documentos, peças e artefatos ligados a cada uma das várias Unidades da Embrapa.
Em seu acervo, serão destacados os avanços tecnológicos da pesquisa agropecuária no País, sua importância na formação educacional da juventude e sua contribuição para a melhoria de vida de todos que fazem o setor agropecuário no Brasil.
Museu do Algodão
![]() | O Museu do Algodão foi criado pela Embrapa Algodão na década de 1970 com a denominação de Museu do Centro Nacional de Pesquisa do Algodão (CNPA). Hoje, o Museu pertence à Prefeitura de Campina Grande, PB. Quase todo o acervo atual foi doado pela Embrapa Algodão. |
O prédio da antiga estação ferroviária, onde está instalado o Museu, foi inaugurado em 2 de outubro de 1907, na gestão do então prefeito Christiano Lauritzen, na ocasião da chegada do primeiro trem a Campina Grande. Este fato transformou a economia da cidade, tornando-a o segundo centro exportador de algodão do mundo, perdendo apenas para Liverpool, na Inglaterra,o que fez Campina Grande ser chamada de Liverpool brasileira.
Acervo
Confira, nas imagens abaixo, um pouco da história em exposição do Museu do Algodão:
![]() Chegada do Trem (02/10/1907). Autoridades e população | ![]() Máquina Double Sortler. Procedência Alagoinha - PB. Utilidade para determinar o comprimento e uniformidade das fibras do algodão. Século XX. |
Calculadora Alemã. Marca Triumnnphator. Adquirida pela companhia comércio de algodão, de Campina Grande. Pertencente ao comerciante Izaias do Ó. Época:1930. | Descaroçador de Algodão. Início do Século XX. |
![]() Balança para pesar algodão. Início do Século XX. | ![]() Banco Eugenho Cordeiro. Ciclo do Algodão. Início do século XX. |
![]() Personalidades campinenses, entre os quais senhores de algodão embarcando de trem para Recife, na antiga estação ferroviária de Campina Grande(Estação Velha, em dezembro de 1948). Da esquerda para a direita, aparece em terceiro plano o jornalista e historiador Willame Tejo. | ![]() Réplica da primeira locomotiva chegada a cidade. 02/10/1907 |
![]() Tear 3 panos canaleiro. Ciclo do Algodão. Início do Século XX | ![]() Retorcedeira/Carretel. Início do Século XX |
![]() Meadeira de uma meada. Início do século XX. |
Principais atividades
O Museu tem como principal atividade a exposição de seu acervo, recebendo visitantes, diariamente, com auxílio de guias culturais nos turnos da manhã e da tarde. As visitas podem ser programadas para estudantes e professores de escolas do primeiro e segundo graus de Campina Grande e municípios vizinhos, alunos e pesquisadores das universidades locais que têm interesse em conhecer o Museu do Algodão e estudar sobre atividades a ele relacionadas, além do público em geral.
Localização e contato
Diretora do Museu: Adelci Fernandes
Rua Benjamin Constant, s/nº
Largo da Estação Velha - Centro
Campina Grande, PB
58100-000
Fone: (83) 3341-1039
Funcionamento
O Museu funciona todos os dias, no período das 8 às 12h e das 13 às 17h.. O mês de junho é o campeão de visitas. Nesse mês a cidade realiza “O maior São João do mundo”, festa junina que dura um mês, reconhecida pela Embratur como um dos três principais eventos do turismo brasileiro e que recebe cerca de 1 milhão de turistas.





Calculadora Alemã. Marca Triumnnphator. Adquirida pela companhia comércio de algodão, de Campina Grande. Pertencente ao comerciante Izaias do Ó. Época:1930.






